ATRAVÉS DOS NOSSOS RELACIONAMENTOS APRENDEMOS UM POUCO DE NÓS MESMOS



Nossos relacionamentos com os outros resultam na cura, tesão, regressão e crescimento como pessoa.
A gente muitas vezes acredita que pode resolver nossos problemas sozinhos, comandar o navio da nossa vida sem nenhuma ajuda, mas a verdade é que sozinhos somos apenas consumidos por nossos problemas e naufragamos.
Aquilo que somos será determinado por nossos relacionamentos com aqueles que nos amam ou não e também por aqueles que eu amo ou não...
Uma coisa é certa, só existe um bom relacionamento à medida que houver uma boa comunicação. A partir daí cada um de nós pode ser realmente o que somos, pensamos e amamos. Esse é o sentido verdadeiro da autenticidade como pessoa.
Para agir como meu verdadeiro eu preciso ser livre e capaz de relatar meus pensamentos com você, falar sobre meus julgamentos e valores, expor meus medos e frustrações e principalmente falar das coisas de que amo.
Dr. Karl Stern, um psiquiatra do insight profundo, disse que a evolução do crescimento humano vem de uma necessidade absoluta de ser amado (infância) para uma prontidão integral para dar amor (maturidade), com vários estágios entre as duas. 
Diz o Dr. Stern em nosso estado de união primário (no início do nosso crescimento como pessoa), somos egoístas - não emprestando a essa palavra sua conotação moral costumeira. 
O eu infantil ainda é o Id (o termo de Freud para designar nossos impulsos e ambições) sem diferenciação do ego (que se adapte harmonizar os impostos pessoais com a realidade de acordo com o sistema freudiano); o Id do eu infantil monopoliza tudo sem uma consciência adequada de seus próprios limites. Os atos de união da personalidade madura são abnegados, ou seja, prescindem do eu.


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