SOMOS
PROGRAMADOS.
Todas as
explicações clinicas ao aplicar as teorias dos estados de ego, afirmam que
nossas histórias psicológicas e individuais influenciam para assumirmos a posição
de pai, adulto ou criança. Ou seja, as influencias anteriores em nossa vida programam
nossas reações nas diversas situações da vida.
O nosso
organismo carrega dentro de si algo semelhante a um gravador, que está sempre
com uma música suave, mas insistente dentro de cada um de nós.
A música desse
gravador reproduz a mensagem da mãe do pai (ou de outros).
Isso pode ser
determinante porque a mãe ainda pode estar dizendo:
- Não precisa
fazer nada, meu bem, deixa que a mamãe lava os pratos e arruma sua cama. Você
pode ir brincar.
Se a “filhinha”
reage aceitando o papel de eterna criança você vai poder ver quando adulta
brincando, esperando que os outros façam tudo por ela. Incapaz de assumir responsabilidades.
Se o grito do
pai pode estiver tocando insistentemente:
- Você é um
monte, não tem mais jeito, é um lerdo, não presta para nada!
Se a criança aceitou
tranquilamente você vai ver um adulto mal-humorado, desencorajado e dizendo
para si mesmo:
“Eu não presto
para nada...Eu sou um lerdo...”
As programações
tendem a se fixar em padrões de ação e reação. No geral podemos ver de longe
esses padrões em nós.
Conforme nossas
necessidades físicas ou emocionais, acabamos assumindo os mesmos papeis e jogos
que sempre seguem a mesma programação.
Assim vamos
conhecendo nossos padrões e trabalhando para mudar nossas reações diante das
situações.
Vamos cuidar
como agimos com nossas crianças, mas é preciso estar atento aos adultos que
muitas vezes diante das frustrações acabam cedendo a padrões inferiores de
pensamento.
CONTINUA NO POST CONHECENDO-SE A SI MESMO
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