Considere
a seguinte conversa:
Autor: - Estou escrevendo um livrinho chamado: POR QUE TENHO MEDO DE LHE DIZER QUEM SOU?
Outra
pessoa: - Você quer uma resposta a essa pergunta?
Autor: - Essa é a finalidade do livrinho, responder à pergunta.
Outra
pessoa: - Você quer minha resposta?
Autor: - É claro que quero.
Outra
pessoa: -
Esse
pequeno extrato foi retirado da vida real de uma conversa não programada.
(Texto
retirado do livro: Por que tenho medo de lhe dizer quem sou)
Esse
trecho nos mostra o medo que nos prendem e da dúvida que nos deixa frágil, e
nos impede de caminhar em direção à maturidade, felicidade e o verdadeiro amor.
O
amor é construído através da comunicação fiel, mas carregamos muitas cicatrizes
e dores que bloqueiam o caminho ao verdadeiro amor.
Essas
dores e cicatrizes são usadas para nos proteger de uma vulnerabilidade maior,
tendem a formar padrões de ação e reação.
Esses
padrões são ilusórios pois perdemos nosso senso de identidade, usando máscaras,
armaduras e assim deixamos de ser quem realmente somos.
Nenhum
de nós deseja ser uma fraude ou viver uma mentira; nenhum de nós quer ser uma
pessoa falsa ou fingida. Nossas experiências deixam marcas que interferem numa auto
comunicação honesta e sem perceber buscamos refúgios em nossos papéis, máscaras
e jogos.
Com
o tempo nos confundimos com o que realmente somos e o que mostramos ser. Esse é
um problema humano tão universal que podemos chama-lo de condição humana. Essa
é a condição na qual a maioria de nós se encontra e o ponto de partida em
direção ao crescimento à integridade e ao amor.
E VOCÊ TEM MEDO DE ME DIZER QUEM REALMENTE É?

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